quinta-feira, 14 de abril de 2011

PARLAMENTO JOVEM REALIZARÁ PALESTRA CONTRA AS DROGAS!!

        
     O Parlamento Jovem de Capelinha, realizará no dia 19/04 uma passeata para o COMBATE AS DROGAS, a programação será a seguinte:

 09h00min- Concentração na Quadra da Escola Antonio Lago entrada pela rua Cloves Pimenta, contará com a Presença de todas as Escolas da cidade e uma da Zona Rural (Bento Rocha) e logo após a passeata teremos uma Palestra com o Conego Ricardo na Quadra da Escola Antônio Lago.







Alunos de todas as demais Escolas, podem participar...

quarta-feira, 13 de abril de 2011

O TEMA DO PJ 2011 É " DROGAS, COMO PREVENIR?" ABAIXO TEXTO EXPLICATIVO SOBRE O USO E OS PROBLEMAS ENFRENTADOS

Depoimentos dramáticos de quem luta contra o crack

Antes restrita a indigentes que perambulam pelo centro, o crack hoje é consumido por pessoas de todas as classes sociais


Crack - Angelo Pugliese_2167
Angelo Pugliese, 29 anos, vendedor: "tentei matar o meu irmão"
Fernando Moraes

As histórias contadas por usuários e ex-usuários de crack são chocantes. Sempre. Quem cai nas teias dessa droga derivada da cocaína tem em um curto espaço de tempo a saúde devastada, as relações sociais destruídas e a vida destroçada. São depoimentos crus, sem meias palavras, que humanizam estatísticas cada vez mais alarmantes. Dados da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) mostram um crescimento de 42% no número de viciados em crack que procuraram tratamento entre 2005 e 2009 no Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes (Proad).
Os relatos têm suas evidentes particularidades, mas se parecem ao mostrar que o usuário mergulha em total perda de contato com a realidade e em uma tamanha dependência que nada, absolutamente nada, é mais importante do que a próxima pedra a ser fumada. Emprego, amigos e família (pais, cônjuge e até os próprios filhos) desabam na escala de valor de quem está possuído pela droga. “O crack é a droga da amoralidade. Faz o usuário virar um homem de Neandertal”, afirma o psiquiatra Pablo Roig, especialista em dependência química e dono da clínica Greenwood, em Itapecerica da Serra — lá, 60% dos pacientes internados são viciados em crack; até 2000, essa estatística beirava zero. “Na boca, tem sempre mais gente vendendo crack do que outras drogas. Parece fila do McDonald’s”, diz João, 25 anos, estudante de engenharia, filho e neto de médicos, que há um ano e dois meses tenta largar o vício na Greenwood e paga 500 reais pela diária.
A degradação acontece em uma velocidade incontrolável. Em menos de um mês, o fumante deixa de ser um ingênuo calouro em busca de novas sensações para se tornar usuário contumaz, viciado e entregue aos efeitos devastadores da droga. Ao contrário do que ocorre com a maconha, com o álcool e mesmo com a cocaína, que, apesar do perigo extremo, demoram mais para provocar danos degradantes, o crack causa prejuízos em curtíssimo espaço de tempo.
Segundo estudo do psiquiatra Ronaldo Laranjeira, da Universidade Federal de São Paulo, 30% dos dependentes de crack morrem antes de completar cinco anos de uso. “É um índice maior que o da leucemia e de outras doenças graves”, alerta. As causas dos óbitos vão além dos malefícios da droga no corpo — para conseguir saciar o vício, o usuário perde a noção do perigo e envolve-se constantemente em situações de alto risco. “Mais da metade dessas mortes foi decorrente de confrontos com traficantes ou policiais.” A destemida busca pelo crack é acarretada pelo seu elevado e incomparável potencial viciante. “É raríssimo encontrar alguém que o use apenas social e esporadicamente”, diz a psicóloga Fátima Padin, especialista em dependência química e proprietária da Clínica Alamedas, nos Jardins. “Quem prova uma vez fatalmente vai querer usar de novo e de novo e de novo.” A sujeição cega deve-se ao imediatismo de seu efeito.

Números que assustam
Morte anunciada: Um em cada três usuários de crack morre nos primeiros cinco anos de consumo da droga, segundo estudo da Unifesp. Veja as principais causas da morte.

42% foi o crescimento da procura de dependentes de crack pelo Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes (Proad) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) entre 2005 e 2009
42% foi o crescimento da procura de dependentes de crack pelo Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes (Proad) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) entre 2005 e 2009
Surgido nos Estados Unidos, o crack é, grosso modo, a cocaína em pedra, para ser fumada em cachimbos ou latas. Ao ser tragada, a droga atinge os pulmões e entra na corrente sanguínea instantaneamente, chegando ao cérebro em menos de dez segundos, ao contrário da cocaína em pó, que leva cerca de dez minutos para fazer o trajeto. “Ao tragar, o barato é instantâneo. E, para piorar, curto”, conta o psiquiatra Jorge César Gomes de Figueiredo, da clínica Vitória, em Embu, a 30 quilômetros da capital. “Você sempre quer mais e mais”, confirma Gabriel Mori, há pouco mais de três anos “limpo” — termo usado pelos viciados para definir os abstinentes. Morador do Butantã, Mori, 26 anos, empresário, é o retrato da realidade ainda pouco conhecida no universo do crack.
Antes relegada às classes mais baixas e simbolizada pela Cracolândia, no centro da cidade, a droga na última década ascendeu socialmente e passou a atingir em cheio as classes A e B. Dados da Secretaria Estadual de Saúde apontam que, entre 2006 e 2008, o número de usuários com renda familiar acima de 10 000 reais aumentou 139,5%. Não há estatísticas mais recentes, mas em clínicas especializadas na recuperação de dependentes químicos o sinal vermelho se acendeu faz tempo.
Os “craqueiros” são maioria em vários centros de recuperação visitados pela reportagem. Na década passada, eles não chegavam a 10%, segundo os donos das clínicas. “Quem se vicia no crack praticamente larga as outras drogas”, diz o psicólogo Sérgio Duailibi, diretor administrativo da Unidade de Pesquisas em Álcool e Drogas (Uniad). “Para diminuir a fissura, vez ou outra, o usuário mistura o crack com a maconha ou com a bebida”, afirma Solange Nappo, pesquisadora e professora de psicobiologia da Unifesp. A “tática” de misturar o crack à maconha (chamada pitilho, ou piti) pode, por outro lado, fazer com que ele subestime o poder da droga.
Nas páginas policiais, o crack também ganhou espaço na última década. De 2006 a 2009, a apreensão da droga pelo Departamento de Investigações sobre Narcóticos (Denarc) subiu de 450 para 1 123 quilos, um aumento de 150%. Porcentualmente em relação às demais drogas, o número de apreensões ainda é baixo (2,6%), mas é preciso colocar na conta boa parte da cocaína apreendida, já que o crack é produzido a partir da pasta-base da coca ou da cocaína em pó. Os traficantes, como bons comerciantes, perceberam que vale a pena diversificar o leque de produtos. Hoje, o crack está presente em qualquer ponto de venda de droga.

Números que assustam
O governo federal promete investir 90 milhões de reais para dobrar de 2 500 para 5 000 o número de leitos para dependentes químicos em hospitais do SUS.
10 reais é o preço de uma pedra de aproximadamente 5 gramas, suficiente para três tragadas.

600 000 pessoas fumam crack hoje no Brasil, segundo estimativa do Ministério da Saúde. Em 2005, esse número era de 380 000. O aumento foi de 58%
600 000 pessoas fumam crack hoje no Brasil, segundo estimativa do Ministério da Saúde. Em 2005, esse número era de 380 000. O aumento foi de 58%
Enquanto o diretor do Denarc, o delegado Marco Antonio de Paula Santos, afirma que a maconha sumiu do mercado por causa das seguidas apreensões, Solange acredita que se trata de uma estratégia do tráfico para empurrar o crack goela abaixo dos usuários. “O fato é que o tráfico está nas mãos do crime organizado”, diz Santos. “E eles perceberam que o crack, mesmo barato, pode ser mais rentável que as outras drogas.” Segundo o delegado, o combate ao pequeno traficante não resolve a questão. “É um tráfico pulverizado. Podemos ir a vários pontos de venda de crack e prender vinte, trinta pessoas. Além de a maioria não ficar presa, outras vinte, trinta pessoas vão estar ali no lugar delas no dia seguinte.”
O crescimento desenfreado do crack motivou — com um atraso de pelo menos uma década — um plano de tratamento e combate à droga lançado pelo governo federal no último dia 20. Na verdade, trata-se de uma reedição do programa anunciado em junho do ano passado, que não saiu do papel por “falta de dinheiro”, segundo palavras da secretária executiva do Ministério da Saúde, Márcia Bassit Lameiro. A promessa desta vez é investir 410 milhões de reais, sendo 90 milhões para dobrar de 2 500 para 5 000 o número de leitos para dependentes químicos no Sistema Único de Saúde (SUS). O programa também inclui, entre outras ações, a capacitação de professores da rede pública sobre o tema, a construção de abrigos e de centros para orientar usuários, que neles poderão descansar, tomar banho e se alimentar, e a criação de consultórios de rua. São medidas necessárias, mas insuficientes para controlar uma epidemia que começou na cidade de São Paulo na década de 90 e se espalhou por todos os estados brasileiros.
Conforme mostram os relatos, os dependentes podem levar anos para superar o vício e estão sujeitos a recaídas frequentes, mesmo depois de muito tempo sem usar a droga. Ainda não há tratamentos nem remédios que impeçam que o usuário volte a fumar as pedras. “Tem de haver uma vigilância diária até o fim da vida”, afirmam, em coro, os participantes de grupos de mútua ajuda, como os Narcóticos Anônimos. Eles auxiliam os usuários a se manter firmes na decisão de ficar longe das drogas. “A recuperação tem de ser de dentro para fora e exige uma força de vontade gigante”, explica o ex-dependente João Blota, de 34 anos. Depois de consumir crack por cinco anos, ele está limpo há treze e hoje é dono de uma agência de publicidade. “Sou prova viva de que é possível sair dessa.”

Efeitos no organismo
Boca: Porta de entrada da droga, sofre com queimaduras, inflamações na gengiva, cáries e perda de dentes.
Sistema digestivo: Como o organismo passa a trabalhar em função da droga, o dependente não tem vontade de comer e emagrece muito rápido. Por isso, fica desnutrido. Úlceras gástricas e diarreias também são frequentes.
Sistema reprodutor: Quem usa crack fica mais exposto a comportamentos sexuais de risco. Pesquisa da Unicamp com 252 usuários de cocaína e crack mostrou que 20% tinham o vírus HIV e 67% dos entrevistados nunca usaram preservativo nas relações sexuais. O dependente pode perder o interesse por sexo ou apresentar impotência.
Dedos: De tanto acender o cachimbo de crack, muitos queimam os dedos a ponto de deformá-los.
Cérebro: O uso crônico leva a danos cerebrais. A droga compromete a atenção, a fluência verbal, a memória e as capacidades de aprendizagem, concentração e planejamento. Paranoias também são comuns. Se ouve um barulho, o dependente pode pensar tratar-se de um helicóptero que o está perseguindo, por exemplo. Surtos psicóticos, perda de valores éticos e agressividade são outros comportamentos observados.
Pulmões: São os primeiros órgãos expostos às substâncias do crack. Tosse por irritação dos brônquios e chiados no peito podem aparecer dentro de minutos ou após várias horas de uso. Há casos de edema pulmonar.
Sistema cardiovascular: São comuns sintomas de taquicardia, aumento da pressão arterial e até arritmias, especialmente quando a droga é combinada com álcool. Isso pode levar a um acidente vascular cerebral (AVC) ou a um infarto agudo do miocárdio, mesmo em pessoas jovens.

(Reportagem retirada da internet)

Realmente o Parlamento Jovem não para... Já começou o circuito de palestras!!!

Nesta manhã de quarta feira(13/04), a Escola Estadual Professor Geralda Otoni, foi a primeira Escola do Municipio a receber o circuito de palestras do PJ 2011.

Com a quadra de Esportes lotada,  a monitora e voluntária Marine Pimenta fez abertura de uma palestra do Pastor Giliarde, que também é monitor do PJ. Jusntos falaram para quase 300 alunos.

Sucesso Total!!!


Alunos do PJ 2011

ESCOLA ANTÔNIO LAGO:

1- PEDRO HENRIQUE ROCHA RIBEIRO ALVES
2- VINICÍUS TELES RODRIGUES
3- CAIO AMADEU OLIVEIRA MURÃO
4- WILSON DE ALMEIDA CORDEIRO
5- ELAINE SENA SOUSA
6- SAMUEL COSTA GONÇALVES
7- NATHALIA VIEIRA DE MELO
8- DANIELLE CÁSSIA DOS SANTOS MARQUES
9- ERIKA ROCHA DE OLIVEIRA
10- SIRLENE SILVA COSTA

ESCOLA GERALDA OTONI:

1- CARLOS SEMEÃO SILVA
2- ELIANE FERREIRA
3- ADRIANA LUIZ AZEVEDO
4- ÉRIKA ALVES SANTOS
5- GELCIARA XAVIER MARTINS
6- ELIZABETH LIMA DE AZEVEDO
7- JÉSSICA CORDEIRO DE OLIVEIRA
8- WESLEY PATRÍCIO DE LIMA
9- EMMILY EDWIRGENS RODRIGUES
10- ANDRÉ SENA RÉGIS

ESCOLA BENTO ROCHA DE JESUS:

1- ELAINE CORDEIRO DOS SANTOS
2- ANDRÉIA SOUZA SANTOS
3- CÁTIA ALECRIM GOMES
4- LACIELMA GOMES XAVIER
5- CLAUDIA ANDRÉIA FERREIRA DE SOUZA
6- LILIANE RODRIGUES SOARES
7- DÉBORA ROCHA DE AZEVEDO
8- CARLOS HENRIQUE LUIZ DOS SANTOS
9- CAMILA LUIZ DOS SANTOS
10-MARIA CLÁUDIA PINHEIRO RODRIGUES

INSTITUTO MANUEL LUIZ PÊGO:

1- KARINA CARVALHO SANTANA
2- ALINE RODRIGUES PEREIRA
3- ANA CAROLINA SANTOS
4- JÚLIA DOS SANTOS TAVARES CAMPOS
5- ANDERSON FERNANDO VIEIRA JUNIOR
6- ISADORA TOLENTINO FERNANDES ROCHA
7- LUANA RODRIGUES CALDEIRA
8- LUIZ FELIPE EVARISTO BARBOSA
9- GUSTAVO AMARAL RODRIGUES
10- BIANCA MACEDO SANTOS
11- LEANDRO CARDOSO

Monitores do PJ 2011

·         Cleide Barbosa
·         Rita de Cássia Cunha
·         Cássia Gomes
·         Valdiva
·         Thelma
·         Alexsandra Coelho
·         Nádia Tolentino
·         Edwiges
·         Zenilde
·         Marine Pimenta
·         Giliarde Fernandes
·         Salomé
      André Neves

PARCEIROS DO PARLAMENTO JOVEM 2011

·         MINISTÉRIO PÚBLICO
·         PODER JUDICIÁRIO
·         POLICIAS MILITAR E CIVIL
·         IGREJA EVANGELICA
·         IGREJA CATÓLICA
·         FACULDADE UNINTER
·         CONSELHO TUTELAR
·         CMDCA
·         PREFEITURA MUNICIPAL
·         COMAD
·         CREAS
·         SECRETARIA DE ASSISTENCIA SOCIAL
·         SECRETARIA DE SAÚDE
·         SECRETARIA DE EDUCAÇÃO
·         BANCO DO NORDESTE

ESCOLAS PARTICIPANTES DO PARLAMENTO JOVEM 2011

· ESCOLA ESTADUAL PROFESSOR ANTÔNIO LAGO

· ESCOLA ESTADUAL GERALDA OTONI BARBOSA

· ESCOLA ESTADUAL BENTO ROCHA DE JESUS

· INSTITUTO EDUCACIONAL MANUEL LUIZ PÊGO

Abertura do PJ 2011.... SUCESSO TOTAL

Aconteceu ontem, 12/04, a Abertura do Parlamento Jovem 2011, no Plenário da Câmara Municipal com a presença das Escolas participantes, parceiros, monitores e alunos.
O Evento vai marcar o inicio das atividades do Projeto que vão desde as oficinas, capacitações e palestras, bem como uma plenária estudantil nas estapas Municipal e Estadual.

O Parlamento permite a estudantes simular, durante certo período, a jornada de trabalho dos vereadores na etapa municipal e a jornada de trabalho dos deputados Estaduais na etapa Estadual, onde podem ser criadas propostas que futuramente podem virar projetos, ofícios e requerimentos apresentados tanto no município pelos Senhores Vereadores quanto ao Estado pelos Senhores Deputados.

Em 2010, o PJ foi um sucesso, apresentando o tema sobre Resíduos Sólidos e meio Ambiente, foram realizadas palestras para mais de 1000 alunos em nosso município, levando informação e conhecimentos até então desconhecidos.

"Em 2011, não esperam nada menor, as palestras irão continuar, oficinas de capacitação acontecerão por todo o período do parlamento jovem e com a boa vontade de todos nós, juntos, conseguiremos diminuir o máximo possível o contato dos jovens com as drogas, buscando soluções e maneiras de prevenção para este vicio que tanto persegue nossas crianças, adolescentes e adultos." Estas são as palavras do Vereador Cleuber Luiz, um dos grandes apoiadores do projeto.








Presença dos Alunos no Plenário da Câmara é sinal de sucesso do PJ 2011


 No dia 29/03, os alunos do Parlamento Jovem 2011, agitaram o Plenário da Câmara Municipal.

Reunião em 25/03 ... para resumo do projeto 2010 e sugestõespara 2011...

 Presença dos Parceiros 2011 : Ministério Público, CREAS, CMDCA, Policias Militar e Civil, Secretaria de Saúde e Secretaria de Assistência Social e dos Monitores 2011: Professor José Carlos, Edwiges, Cássia, Cleide, André, dentre outros.

Parlamento Jovem Volta com Tudo....

Fotos da 1º Reunião entre os monitores do PJ
que aconteceu na Câmara Municipal em 23/03/2011.


segunda-feira, 11 de abril de 2011

Parlamento Jovem 2011 terá como tema: “As Drogas”, como prevenir?


Comente esta situação em Capelinha...

domingo, 10 de abril de 2011

ABERTURA DO PARLAMENTO JOVEM 2011, NÃO PERCA!!!

O PARLAMENTO JOVEM JÁ COMEÇOU, AGORA SÓ FALTA VOCÊ. PARTICIPE!
DIA 12/04/2011 AS 19H00MIN
PLENÁRIO DA CÂMARA MUNICIPAL DE CAPELINHA.

VENHA, ESTAMOS DE PORTAS ABERTAS PARA RECEBER VOCÊ!

Capelinha participa pela 2ª vez do Parlamento Jovem de Minas

Através de documento enviado a Escola do Legislativo de Minas, pelo Excelentissimo Presidente da Câmara Municipal, Laerte Ferreira dos Santos, aderindo ao Projeto Parlamento Jovem 2011, Capelinha participará pela 2ª vez do PJ Estadual, que desde 2010 foi levado para todo o Estado de Minas Gerais.

Na edição anterior, apenas 12 municipios mineiros aderiram ao projeto, sendo nossa cidade a única do Vale Jequitinhonha. Em 2011, o PJ volta com tudo e em parceria com várias entidades e voluntários continua sendo a única cidade participante do Vale.

Aguarde, pois neste ano com mais experiência e capacitação o Parlamento Jovem promete agitar nossa cidade, trazendo os jovens e a sociedade para a formação politica, Democracia e participação popular.

Alunos Edição 2010, na ALMG em Setembro de 2010, etapa Estadual.

o que é Parlamento Jovem?

O que é?
O Parlamento Jovem de Minas 2011 é a segunda edição estadualizada do Parlamento Jovem, desenvolvido pela Assembleia Legislativa e pela PUC Minas nos últimos sete anos.

É um projeto voltado para jovens estudantes, tendo como meta a formação política e o exercício de participação no Parlamento. Para tanto, são envolvidas Câmaras Municipais que, por sua vez, mobilizam parceiros e escolas dos ensinos médio e superior, gerando uma rede de educação legislativa no Estado.
Objetivos
Estimular a formação de estudantes dos ensinos médio e superior, por meio de atividades que os levem a compreender melhor a organização dos poderes, especialmente do Legislativo, além de prepará-los para a participação política, como cidadãos.

Levar os jovens a interessar-se pela agenda sócio-política de seu município, com a escolha de temas para serem trabalhados em cada edição do projeto. Propiciar espaço para vivência em pesquisas, debates, negociações, escolhas e respeito às diferentes opiniões.

Estimular o envolvimento das Câmaras Municipais em atividades de Educação para a Cidadania.

Etapa Municipal do Parlamento Jovem de Minas
Formação de monitores
Antecedendo à abertura dos Parlamentos Jovens Municipais, servidores das Câmaras e monitores  participam de Curso de Formação, cujos conteúdos tratam da Democratização do Estado, Cidadania, Organização e Funções do Poder Legislativo,  Mecanismos de Participação Política e sobre a temática da edição do projeto. Além disso, os participantes acompanham as Reuniões de Grupos de Trabalho e Plenária Final de uma edição do PJ na ALMG.

Essa etapa é condição para participação na Etapa Estadual do Parlamento Jovem de Minas.

Capacitação de estudantes do ensino médio
Câmaras municipais convidam a integrarem o projeto escolas públicas e particulares que, por sua vez, identificam alunos interessados em participar do PJ. Convidam também possíveis parceiros que possam contribuir para a qualificação de estudantes e para o andamento do projeto.

Durante três meses, alunos do ensino médio são capacitados pelos monitores das Câmaras e seus parceiros, que repassam o conteúdo da Etapa de Formação, através de dinâmicas em grupo, oficinas, debates, além do estudo do tema específico.

Monitores recebem assessoria à distância por parte de técnicos da Assembleia Legislativa e professores da PUC Minas relativas ao desenvolvimento do projeto e do conteúdo do tema específico.

Estudantes do ensino médio elaboram documento de propostas sobre o tema estudado.

Participação política
O documento elaborado é discutido e votado na etapa final dos PJ's Municipais, em Sessões a serem realizadas em cada Câmara Municipal envolvida.

O Parlamento Jovem de Minas
Os documentos aprovados em cada Câmara Municipal são consolidados pela Assembleia Legislativa formando o Documento-Base, que é encaminhado às câmaras participantes, para que todos possam conhecer as propostas sugeridas em cada município participante.
Cada Câmara identifica estudantes do ensino médio do PJ Municipal para participação nas atividades da Etapa Estadual do PJ de Minas.

Etapa Estadual do Parlamento Jovem de Minas
Participação Política
A Etapa Estadual do  Parlamento Jovem de Minas acontece no segundo semestre de cada ano, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Dela participam estudantes vindos dos PJ's municipais que, como membros da sociedade civil, desenvolverão atividades em dois dias.

No primeiro momento, os estudantes, divididos em Grupos de Trabalho, discutem e votam Documento-Base com sugestões ao poder público de ações e de aperfeiçoamento da legislação existente sobre o tema dos trabalhos.

Num segundo momento, todos são reunidos  no Plenário da Assembléia Legislativa para, conjuntamente, apreciarem e votarem documento originado dos Grupos de Trabalho.

A Plenária Final encerra-se com a aprovação do Documento Final, que é entregue à Comissão de Participar Popular, para apreciação, parecer e devido encaminhamento.

Fonte: www2.almg.gov.br/hotsites/2010/parlamento_jovem